quinta-feira, 26 de maio de 2011

PALESTRANTES DO MÊS - JUNHO 2011

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   SUBLIME PEREGRINO  

   JUNHO 2011   

               PALAVRA    


            1 QUA - VERA 

4 SAB - ROBERTA
 
8 QUA - SANDRA
 
11 SAB - LAIS
 
15 QUA - DAURA
 
18 SAB - LINO
 
22 QUA - NEYLA
 
25 SAB - LORENI

TOQUE MUSICAL 02:

 

A Montanha  (Composição: Roberto Carlos/ Erasmo Carlos)

Eu vou seguir uma luz lá no alto eu vou ouvir
Uma voz que me chama eu vou subir
A montanha e ficar bem mais perto de Deus e rezar
Eu vou gritar para o mundo me ouvir e acompanhar
Toda minha escalada e ajudar
A mostrar como é o meu grito de amor e de fé
Eu vou pedir que as estrelas não parem de brilhar
E as crianças não deixem de sorrir
E que os homens jamais se esqueçam de agradecer
Por isso eu digo: Obrigado Senhor por mais um dia
Obrigado senhor que eu posso ver
Que seria de mim sem a fé que eu tenho em Voce
Por mais que eu sofra, Obrigado Senhor mesmo que eu chore
Obrigado Senhor por eu saber
Que tudo isso me mostra o caminho que leva a Voce
Mais uma vez Obrigado Senhor por outro dia
Obrigado Senhor que o sol nasceu
Obrigado Senhor agradeço Obrigado Senhor
Por isso eu digo: Obrigado Senhor pelas estrelas
Obrigado Senhor pelo sorriso
Obrigado Senhor agradeço Obrigado Senhor
Mais uma vez
Obrigado Senhor por um novo dia
Obrigado Senhor pela esperança
Obrigado Senhor agradeço Obrigado Senhor
Por isso eu digo: Obrigado Senhor pelo sorriso
Obrigado Senhor pelo perdão

terça-feira, 24 de maio de 2011

A PEDRA DO GUARDIÃO:


“(...) Dia a dia cresce um prédio, que vai te roubar de nós !”
Até quando vão roubar nossas paisagens ?
(Foto: Acervo Kika) 


Um Índio...
(Composição: Caetano Veloso)

Um índio descerá de uma estrela colorida e brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
E pousará no coração do hemisfério sul, na América, num claro instante
Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias
Virá, impávido que nem Muhammed Ali, virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri, virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee, virá que eu vi
O axé do afoxé, filhos de Ghandi, virá
Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor, em gesto e cheiro
Em sombra, em luz, em som magnífico
Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto, sim, resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará, não sei dizer
Assim, de um modo explícito
E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos, não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio.

domingo, 8 de maio de 2011

PAINEL DA HISTÓRIA 02:

AS REENCARNAÇÕES DE SANTOS DUMONT

O médium Chico Xavier revelou que Santos Dumont, o Pai da Aviação, reencarnou na cidade de Campos, em março de 1956, como filho de Clovis Tavares e de Hilda Mussa Tavares, com o nome de Carlos Vitor. Aos nove meses de idade Carlinhos caiu de um carrinho de bebê, e com o tombo deslocou a vértebra cervical, ficando tetraplégico, vindo a desencarnar aos 17 anos de idade, em fevereiro de 1973.

Como se sabe, Santos Dumont, ao ficar deprimido quando presenciou mineiros e paulistas a digladiarem-se pelo céu, usando o avião como arma de guerra para matar e destruir enforcou-se no dia 23 de julho de 1931.
Antes de reencarnar, o espírito Santos Dumont, segundo informações de Chico Xavier, decidiu expiar a sua morte como suicida, através de uma vida curta como paraplégico. A queda acidental sofrida por Carlos Vitor, aos nove meses de idade, deslocou a sua vértebra cervical. A um programa de TV, o médium mineiro declarou que a vértebra de Carlos já estava deslocada no perispírito, isto é, no corpo semimaterial que envolve o espírito, por ter sido lesada quando se enforcou em sua vida passada. Este fato consta do livro Jesus e Nós.

O médico Homeopata Flávio Mussa Tavares informou que seu pai, o Professor Clóvis Tavares, manteve em sigilo as revelações feitas por Chico Xavier sobre as reencarnações anteriores de Santos Dumont. Chico revelou a seu pai que Santos Dumont vivera duas reencarnações em inesgotável pesquisa sobre a aviação: a do padre brasileiro Bartolomeu Lourenço de Gusmão (1685-1724) e a do balonista francês Joseph Montgolfier (1740-1810).

Bem antes disso, ele também se dedicara à navegação marítima nas personalidades dos navegadores italianos: Marco Polo (1254-1324) e Cristóvão Colombo (1451-1506), sempre com a ânsia de descobrir novos caminhos. Todavia, em suas biografias encontramos semelhanças de suas trajetórias evolutivas, sempre na busca de encurtar distâncias entre os povos. Era, portanto, o mesmo espírito tomando diferentes personalidades a cada reencarnação (Marco Polo, Colombo, Bartolomeu de Gusmão, Montgolfier, Santos Dumont).

Fonte:
JORNAL EXTRA
COLUNA: EM NOME DE DEUS
DE: GERSON SIMÕES MONTEIRO
DATA: 19/07/2009


FILOSOFANDO 03:

QUANDO O DISCÍPULO ESTÁ PRONTO, O MESTRE DESAPARECE...

Diz um velho ditado mágico: quando o discípulo está pronto, o mestre aparece.

Pensando nisto, muitas pessoas passam a vida inteira se preparando para tal encontro. Quando cruzam com o mestre, se entregam completamente – por dias, meses, ou anos. Mas terminam descobrindo que o mestre não é o ser perfeito que imaginaram – mas um homem igual a todos, cuja única função é dividir aquilo que aprendeu.

Ao ver-se diante de uma pessoa com seus defeitos próprios, o discípulo sente-se roubado. Vem o desespero e o desejo de abandonar a busca – quando, na verdade, é assim que a coisa funciona, é justamente a mudança de mestres que nos deixa livres para criarmos nosso próprio caminho.

Edenilton Lampião deu uma versão muito melhor para o tal ditado mágico: quando o discípulo está pronto, o mestre desaparece.

(Paulo Coelho) 

domingo, 1 de maio de 2011

FILOSOFANDO 02:

"Você sabe com quem está falando?". Palestra do Filósofo e Educador Mário Sérgio Cortella. Vale a pena refletir !

PALESTRANTES DO MÊS - MAIO 2011:

               PALAVRA    


             04 QUA FRANCINE
07 SAB PEDRO
 
11 QUA SANDRA
 
14 SAB MARCIA
 
18 QUA DAURA
 
21 SAB SAMIR
 
25 QUA NEYLA
 
28 SAB LORENI

CIÊNCIA ESPÍRITA 02:

A REENCARNAÇÃO É INCOMPATÍVEL COM O AUMENTO POPULACIONAL ? 

Seguramente todos os pesquisadores da tese reencarnacionista já se depararam com a oportunidade de escutar este questionamento, que é um dos primeiros a serem efetuados por parte dos neófitos em estudos do gênero. Da mesma forma, também ouvimos esta indagação dos costumazes contestadores que se comprazem na negação sistemática e que não possuem maior interesse em admitir ou avaliar outros conceitos que possam por em risco sua acomodada estabilidade filosófica. Colocam-nos então o seguinte raciocínio:
"Se houvesse reencarnação os espíritos de hoje seriam os mesmos de ontem que voltariam a renascer no planeta, Sendo assim, não haveria explicação para o aumento populacional, já que seriam os mesmos espíritos que retornam". 

Consideraremos três fatores básicos e simples para responder esta questão: A população do mundo espiritual, a migração de espíritos entre os diversos mundos habitados e a eterna criação de Deus. 

Com relação a população do mundo espiritual, lembramos que as entidades espirituais ao se comunicarem por via mediúnica, psicográfica ou psicofonicamente, informam-nos que a população de espíritos, ligada a Terra é superior a 20 (vinte) bilhões de almas (no caso, almas mesmo!). Verificando atualmente que o número de habitantes do mundo físico terrestre se aproxima aos 6 (seis) bilhões, não há como deixarmos de compreender o aumento populacional. Diríamos até, que uma "bolsa de estudos na escola da Reencarnação" deve ser bem selecionada em função da relação, número de candidatos por vaga disponível. ..

Embora esta explicação seja eficiente para alguns indivíduos, vejamos outros ângulos do problema.

Também contribui para a elucidação da questão proposta, ou seja do aumento populacional, a migração de espíritos entre astros habitados. Conforme disse o mestre Jesus: "Há muitas moradas na casa do meu Pai"; entendemos como casa do Pai não um céu de anjos alados ou beatos rosados apoiados com suas grossas sandálias nas fofas nuvens do além, harpejando sonoros hinos ao Senhor. A casa do Pai é o Universo infinito e multidimensional.

Na pluralidade dos mundos habitados, há planetas "jovens" onde reencarnam espíritos primitivos, aquém do estágio evolutivo da nossa Terra, como também existem astros, na incomensurabilidade das galáxias, nos quais renascem espíritos de elevado nível evolutivo ético e intelectual. Em determinadas circunstâncias, ocorrem transmigrações de espíritos que são deslocados para outros orbes mais adequados ao seu processo de lenta evolução.

Muitas são as razões que determinam as transmigrações de espíritos, mas a primeira e mais objetiva poderia ser resumida no seguinte conceito: não haveria mais sintonia entre o seu padrão energético vibratário com o padrão correspondente do astro em que vinham renascendo. Significa dizer que passariam a atrapalhar o progresso dos demais, caso permanecessem no mesmo orbe. Em virtude de seu atraso, não encontrariam também no referido astro, o campo de provas mais afinizado com suas características.

Ao serem deslocados, para mundos mais primitivos, passariam a ser verdadeiros missionários (paradoxalmente), nestes globos de expressão rudimentar quanto a vida intelecto-moral. Nos novos mundos, seriam também aquinhoados com novos e vigorosos estímulos educativos, tendo em vista as dificuldades encontradas.

A sabedoria universal, portanto, através de suas leis onipresentes e sábias, determina, pelas forças naturais e consciências superiores e responsáveis, as migrações periódicas de grupos ou povos que ocasiona um benefício amplo a todos os envolvidos. Além do benefício direto aos transmigrados, há que se considerar o alívio da sua ausência para os habitantes do astro que deixaram. Os que lá permaneceram estarão livres de sua ação nefasta a perturbadora da paz. Favorecidos ainda são os habitantes do astro que os recebe, onde os recém chegados pelas portas da Reencarnação serão, no meio primitivo, impulsionadores do progresso.

Encontramos nos relatos dos espíritos, em inúmeras fontes fidedignas, um exemplo clássico de entidades que migraram para a nossa Terra influenciando não só no seu aumento populacional, que é um detalhe secundário, mas no seu desenvolvimento global, falamos dos egípcios primitivos. Além de outros povos, este, constitui um exemplo bastante elucidativo haja visto a disparidade de conhecimento entre eles e as demais civilizações existentes naquela época. Os egípcios assombraram por muitos séculos ou milênios ao homem terreno pelas marcas que deixaram, desde as construções arquitetônicas até os conhecimentos de matemática, física, astronomia, medicina etc. Conhecedores da Reencarnação também possuíam, a nível da iniciação sacerdotal, muitas informações sobre a dinâmica que rege o renascimento.

Os egípcios, conforme dados obtidos por diversas manifestações mediúnicas, foram migrações de um astro, mais precisamente de um planeta ligado a estrela de Capela na constelação do Cocheiro. Pelas razões anteriormente expostas, estes capelinos foram agrupados à medida que desencarnavam e depois enviados para renascer na Terra.
O trauma psicológico do que sucedeu com esse povo se manifestava a nível do inconsciente dos mesmos fazendo-os crer na metempsicose. Como sabemos, a referida doutrina ensinava ser possível renascer em espécies inferiores quando o comportamento do homem não fosse digno perante a lei dos deuses. Acreditavam que uma espécie de punição era imposta aos maus, forçando-os a renascer como animais para expiarem suas faltas. Sabemos hoje, pela doutrina da Reencarnação, não ser possível isto, pois o espírito sempre progride e jamais retrocede. Energeticamente não é possível a sintonia de um espírito humano com o organismo de um animal, devido existir uma grande diferença de freqüência vibratória entre os mesmos. O fato é que os capelinos, ao se sentirem reencarnados como homo sapiens na Terra, achavam-se menos confortavelmente instalados em relação a estrutura corporal que os abrigava no Sistema de Capela. Na realidade não ocorrera retrocesso, mas simplesmente uma adequação a sua realidade interior. A sensação inconsciente desta mudança para uma espécie humana diferente no novo habitat, gerou a crença em ser possível renascer numa espécie inferior, ou Metempsicose.

Além das migrações de espíritos entre mundos habitados, e da notícia que a população nos planos espirituais, ligada ao nosso planeta, é muito maior que a dos encarnados, temos a considerar ainda uma terceira justificativa: a eterna criação de Deus.

A inteligência suprema do Universo, causa primária de todas as coisas, sendo perfeita é imutável. A ação de Deus se faz constante e é eterna. Não há um momento específico de criação pois o que é perfeito há de ser sempre uniformemente atuante. Na simbologia que se encerra nos textos bíblicos, onde se lê: "Deus fez o mundo em sete dias", temos, ao extrair-se o espírito da letra, o verdadeiro sentido da eternidade da criação. O vocábulo sete encerra o sentido esotérico que equivale a : "sempre", "todo", ou "completo". Assim, por exemplo: Perdoar setenta vezes sete, traduz a idéia do perdão pleno para sempre. O vocábulo "dia" também era muito utilizado para designar período, época, estágio ou mesmo, ano. Resumindo, quando estudamos o trecho onde está escrito: "Deus fez o mundo em sete dias" entendemos que é eterna ou contínua a criação.

Não há portanto, razão para preocupações em entender o aumento populacional do(s) planetas(s), considerando a existência da Reencarnação integrada aos conhecimentos do mundo espiritual, da pluralidade dos mundos habitantes e da concepção não estática de Deus.

(Ricardo Di Bernardi)